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Resultados da 7ª edição da black friday

Falta muito pouco para a 8ª edição da principal data do varejo eletrônico brasileiro começar. A cada ano a Black Friday movimenta enormes quantias no mercado e não há previsão de que isso seja diferente em 2017. Confira agora os números da edição passada e as expectativas de crescimento para este ano.

Mesmo com a crise financeira, o número de vendas chegou a R$ 1,9 bilhão; trata-se uma alta de 17% em relação ao faturamento da Black Friday de 2015, porém, sem alcançar as projeções da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que previa a movimentação de R$ 2,1 bilhões – uma alta de 34% em relação a 2015. Pelo segundo ano consecutivo, o número de reclamações foi reduzido: de 4.400 para 2.912, redução de 34%. As três principais queixas registradas, que somam 49% das reclamações, foram as propagandas enganosas (22%), a divergência de valores (15%) e problemas para finalizar as compras (12%).

Outro dado relevante da edição de 2016 diz respeito ao significativo aumento no volume de compras realizadas via dispositivos móveis. Dos R$ 1,9 bilhão faturados durante o evento, R$ 380 milhões correspondem às vendas feitas em celulares e tablets (aproximadamente 20% das compras). Em 2015, as compras em tais dispositivos equivaliam a apenas 9%, conforme apontam estudos do Ebit.

Existe um novo perfil de consumidor muito mais interativo, consciente de seus direitos, altamente influente e exigente. Esse consumidor mostrou a importância da pós-venda e do suporte necessário para atender às mais variadas demandas com propriedade e qualidade do início ao fim do processo. A própria evolução do consumidor é uma das razões para a redução das fraudes no comércio, exigindo clareza e honestidade nas transações com as empresas. Cada etapa do processo é relevante para que o cliente possa se encantar com a empresa e manifestar a sua satisfação, o que vai gerar engajamento com a marca e a fidelização.

As empresas, por sua vez, devem continuar investindo para que o seu relacionamento com o cliente seja transparente, seguro e proporcionar as ferramentas necessárias para facilitar a sua interação com as marcas. Essa é uma das razões pelo incremento das vendas via mobile, aplicativos mais seguros e que estão focados na experiência do consumidor. O ticket médio das compras via celular foi 20% maior que o das compras realizadas via desktop.

Já para 2017, a Google Brasil estima que haja um crescimento entre 15% e 20%, o que resultaria na injeção aproximada de R$ 2,2 bilhões na economia.

A Black Friday não é apenas o momento de buscar o maior número de vendas possível, é uma oportunidade ímpar para fomentar relações transparentes e duradouras com o consumidor, dando passos para que o atendimento ao cliente – em qualquer etapa do processo – dê mais credibilidade e aumente a reputação de sua empresa.